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SEGURO AGRÍCOLA: VALE A PENA?


Granizo, chuvas fortes, secas prolongadas ou geadas. Fenômenos naturais adversos são bastante imprevisíveis e costumam tirar o sono de muitos produtores rurais. Além dos danos à lavoura, o prejuízo financeiro não costuma ser pequeno quando a natureza entra em ação. Por isso, cada vez mais produtores vem buscando o seguro agrícola como uma alternativa.

Será que essa medida vale a pena? Os custos compensam para o produtor? A resposta dessas questões e outras, vamos contar para você no post de hoje. Para saber mais, continue acompanhando!


O que é o seguro agrícola?

O seguro agrícola é uma forma de seguro rural direcionado tanto a culturas permanentes, como culturas temporárias. Através dele, o produtor rural pode se proteger contra perdas na lavoura decorrentes de fenômenos climáticos adversos.

Quando um produtor rural contrata esse tipo de serviço, ele tem a possibilidade de recuperar o capital investido na plantação. Trata-se de uma forma de evitar, ou ainda, minimizar os prejuízos sofridos em razão de uma geada ou uma forte chuva, por exemplo. Em geral, esse tipo de seguro acaba sendo direcionados aos médios e grandes produtores, já que para os pequenos, o próprio governo vem desenvolvendo programas de custeio da lavoura no caso de pragas ou mesmo fenômenos naturais. Um dos exemplos desses programas é o “Programa de Garantia a Atividade Agropecuária”.


Benefícios

Embora o seguro agrícola não seja uma novidade entre os produtores, muitos ainda desconhecem ou seus benefícios ou pensam que se trata de um investimento extremamente caro, o que não é verdade. O maior benefício do seguro agrícola é garantir ao produtor uma renda minimamente segura, até a próxima colheita.

Nos últimos anos, a busca por esse tipo de serviço é crescente, pois as instabilidades climáticas e o custo benefício do seguro são cada vez mais interessantes. Em termos de valores, existem diversas facilidades, como o parcelamento do custo e até benefícios específicos para determinados tipos de cultura.

Apenas para se ter uma ideia, no caso do cultivo da uva algumas seguradoras pagam o valor do prejuízo em dobro, enquanto o custo da franquia não chega à 10% do valor que se investe na plantação. Para se setores como o da fruticultura, o seguro agrícola é cada vez mais adotado pelos produtores. Eles, ao colocarem na balança custo versus benefício, acabam com poucas dúvidas sobre o investimento.


Seguro agrícola x políticas públicas de gestão de risco

Como explicamos, atualmente boa parte dos contratantes de seguros agrícolas são médios e grandes produtores. Os pequenos em geral, preferem buscar os programas de subsídio do governo que em geral acabam cobrindo eventuais prejuízos sofridos em razão de fenômenos climáticos adversos.

Os programas do governo, no entanto, fazem diversas exigências para que o produtor possa se inscrever e muitas vezes as indenizações pagas levam em consideração a diferença entre os preços de garantia do produto e o preço de mercado.


Vale a pena?

Não existe uma resposta única para essa questão. Uma boa alternativa é avaliar as condições da apólice e o que a seguradora oferece em contrapartida. Para alguns tipos de cultura, é possível afirmar que o seguro é extremamente vantajoso, como o caso das uvas por exemplo. Porém, o que o produtor deve ter em mente é o seu custo de produção e o valor do eventual prejuízo.

Você contratou seguro agrícola? Valeu a pena para você? Tem dúvidas sobre essa modalidade de seguro? Deixe seus comentários abaixo!


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